Chegamos em casa depois da loucura no carro. A
vontade era tanta, depois de sermos interrompidos pelos polícias na estrada,
queríamos saciar essa sede que não nos deixava em paz. Dizem que gente louca é
feliz, mas nem sempre, quando se comete uma loucura o melhor jeito de resolver
é com loucura. O amor é ainda mais lindo e perigoso, não se atreve a amar mas
se já estas amar não se atreva a sair, o sofrimento será dobrado.
Noite fria. Sem dizer nenhuma palavra um ao outro,
começamos a retirar todas compras do carro e só deixávamos no chão da cozinha,
parecíamos cansados e sem vida como espantalho. Acabamos. Decidimos arrumar
juntos na dispensa, eu dava-a as coisas e ela colocava-as nos seus respectivos
lugares, quando já não tinha mais nada a dar, eu dei-me a ela.
Ao virar, segurei-a bem forte e beijei-a na boca
lindamente, dizem que beijo roubado é mais gostoso a diferença é que eu não era
proibido beija-la, recebeu-me cheia de vontade que abraçou-me e passava as mãos
nas minhas costas com arranhões como uma tigre selvagem. Apertei-a junto de
mim, colados como tarrachina, boca na boca, língua na língua, os corpos falavam
por nós.
Peguei-a nos quadris e levantei-a, coloquei no
balcão da cozinha jogamos o cesto de frutas ao chão sem querer querendo, com
muito espaço no balcão ficamos na ponta onde eu levantava a blusa dela
suavemente enquanto beijava-lhe o pescoço, minhas mãos passeavam lentamente no
corpo dela sem perder a direcção, que eram os seus lindos e adoráveis par de
seios gostosos e que estavam cheios e tesos.
Ela, que não maia, puxava minha camisa que rasgava
com as lindas garras dela de tigre faminta, eu nem me importava com isso.
Ficamos de troncos nus, minha boca caia nos lindos e adorável par de seios,
chapava os mamilos com tanto gosto e amor, mexia a língua como se estivesse
lamber um gelado de múcua caseiro, ela gemia e contorcia o corpo como uma
lesma, descia com minha língua para o umbigo e abria o zip da calça dela, as
mãos dela seguravam a minha cabeça, ora puxava para cima ora empurrava para
baixo.
Levantei e a boca dela beija gostoso, enquanto
minhas mãos puxavam para baixo a calça dela e as mãos dela entraram na minha
calça na bunda, apertava e puxava para seu corpo e mordia meu pescoço, giravam
e baixava minha calça até chegar no joelho, nesses momentos não importam quão a
calça esteja apertada, ela sai com facilidade.
Ela e eu nus na cozinha, meus braços seguravam as
pernas dela e aberta fui introduzindo meu órgão no órgão dela e acompanhado de
gemidos, beijos e apertos e fazia vai e vem dentro dela, escorregadio e suave,
fazia movimentos velozes. Ela apoiava os braços em volta do meu pescoço e eu
não parava de me movimentar dentro dela com amor, paixão e muita tesão, a dor e
o prazer andam de mãos dadas e nós os sentíamos na nossa cozinha.
Para variar, paramos por dois segundo, ela ficou deitada
de barriga no balcão e eu a penetrava de trás. Segurei-a nas coxas, bem
segurada, e sem pudor entrava e saia dentro dela com mestria dos gurus do sexo
indianos, estávamos tão fly que estávamos
poucos minutos de atingir o nirvana.
Tão conectados como o ser humano e o ar, com a sede
de viver eternamente. Sexo é bom e quando é com quem você ama é muito gostoso,
o dar e receber prazer é coisa que poucos sabem fazer num mundo egoísta.
Os movimentos eram tão intenso que nem parecia tudo
rosa, dava uma palmada na bunda dela e gritava que quer mais e dava, amor e
carinho deve ser o nosso prato diário para a longevidade da relação. Ela se
contorcia e gritava para não parar porque estava a chegar ao nirvana e eu
aumentei a velocidade, ela fugia mas eu a puxava bem coladinho de mim. Até que
ela gritou e em seguida eu gritei também, com uma pequena diferença horária,
chegamos ao nirvana, onde a satisfação é base, onde todos somos bons e bem
úteis para vida.
Deitados no chão da cozinha, tapados com as roupas,
ficamos a comer as frutas que no princípio jogamos ao chão. Ela em cima de mim
apoiava a cabeça no meu peito, cansados e corpos quente, conversamos sobre que
fazer para jantar e como foi o trabalho.
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